domingo, 17 de maio de 2015

Tempo, tempo, tempo...

Sabe quando você amanhece planejando o dia com todo o cuidado para que seja bem proveitoso e quando dá 22:00 h da noite você viu que metade dele foi perdido no whatsapp, facebook, instagram...?
É muito comum isso acontecer porque um simples toque no seu celular é mais importante do que ficar lendo um artigo sobre alguma temática da sua universidade, por exemplo, é mais importante do que dedicar 30 minutos por dia para ler seu livro predileto do momento. E isso é verdade, muitas vezes nos deparamos com situações em que a pessoa fala assim: - Bem queria ter tempo para ler um livro. Aí eu vou responder: - Se você somar de pouquinho em pouquinho, vai ver que o tempo que você passou nas redes sociais soma muito mais que meia hora em um dia que você poderia estar gastando lendo o tal livro. Não percebemos porque recebemos uma mensagem, olhamos, depois continuamos a fazer o que estávamos fazendo. Depois com 3 minutos recebo uma nova mensagem, paro tudo de novo. Tá aí aonde quero chegar! São repentes que acontecem nas redes sociais, em que você desvia sua atenção. De repente em repente o seu dia passou e você não fez tudo o que queria. A nossa atenção é seletiva! E quando desvíamos o olhar do nosso foco, acabamos o perdendo também.

Então, gente, o post de hoje é para refletirmos sobre essa situação e tomarmos algumas atitudes que podem mudá-la, afim de aproveitar mais o nosso dia! Temos que ser do dono do nosso próprio tempo!

1. Coloque o celular em um ambiente diferente do que você está estudando. 

Pode acontecer de estarmos esperando uma mensagem ou ligação importante, mas você estabelece pelo menos duas horas pra deixar o celular fora do seu ambiente de estudo. No começo você vai meio que ficar ansioso e parar de fazer o que estava fazendo já como costume de olhar o celular que vai está do seu lado. MAAAS, quando você se tocar que deixou ele na sala, vai ser mais dificil você desviar sua atenção e vai lembrar de o porquê de ter deixado o celular sozinho. kkkk Enrolei um pouquinho mas acho que deu para entender a mensagem! :)

2. Deixe seu ambiente de estudo mais aconchegante


Coloque coisas positivas ao seu redor, seja uma frase, um objeto que tenha haver com sua vida.

3. Planeje o dia em um caderninho de forma fofa - seja por formas de desenho, se não sabe desenhar como eu, escreve mesmo! x)




4. Crie hábitos

No nosso dia a dia a gente se depara com muitas atividades: seja arrumar a casa, seja estudar, seja ler um livro, seja trabalhar, academia, seminários...isso se não for organizado pode gerar uma confusão na nossa cabeça e o foco vai todo embora. O resultado: você faz muitas atividades mas nenhuma tem 100% da sua dedicação. 100% é quase impossível em uma situação como essa, no entanto, quando nos organizamos e criamos hábitos, o tempo se torna a nosso favor e o que era 50% de rendimento nas atividades, pode chegar a 90%!

Dica: o ideal é planejar por dia, todos os dias, às vezes quando planejamos por semana, pode surgir atividades inusitadas, que você não estava esperando.


5. Dê intervalos nos estudos escutando músicas, comendo...mas não olhando o celular!


Fonte: 365doddles

6. No final do mês você pode colocar coisas que mais se destacaram na sua vida. Isso faz você avaliar o que está dando certo, o que pode continuar sendo feito e o que tem que ser excluído da sua rotina!


Esse passo meio que dá uma visão geral do que está acontecendo ao seu redor, o que você está passando, novas experiências.



7. Avalie seu resultado e se caso percebeu que não está fazendo algo correto: LET IT GO and LET'S TRY AGAIN!
Let it go
Fonte: Pinterest
É isso pessoal, é um pouco difícil ter que estudar e ao mesmo tempo escrever aqui, mas o que a gente não faz por coisas que deixam nossa vida mais feliz?

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Beijoooos e um ótimo domingo! Vamos estudar! kkkkkk


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Make para dias inspiradores ~ SIMPLES E BARATO

Oláá Pessoal!!!
Este daqui é um vídeo mais voltado para as meninas, pois vou mostrar a make que uso no dia a dia quando quero dar um up na auto estima kkkkk :) Sério, não é porque você tá com uma mega espinha que o seu dia não vai valer a pena, não é mesmo? Pele feia ou não, quem tem que se amar é a gente, quem tem que se sentir bem consigo mesma somos nós mesmas! Então separei alguns produtos e fiz uma make super simples e rápida! Vamos lá acompanhar?



Produtos citados no vídeo:



1. Pó compacto Maybelline - Em média R$ 20,00
2. Protetor solar com cor - Episol FPS 30 - R$ 70,00
3. Blush O Boticário - Amostra grátis
4. Rímel Maybelline The Colossal - Em média R$ 25,00
5. Pincéis Lojas Renner
6. Batom Linha Matte Dailus Cor 12 - Lips Classics - R$ 9,75
7. Baby Lips Maybellina - R$ 9,90
8. Lapis de olhos - Cor Marrom Água de Cheiro - R$ 11,00

Espero, de coração, que tenham gostado do post, adoro papear sobre coisas que faço que deixam meus dias mais felizes e compartilhar aqui! Lembrando que não sou nada expert em make, não tenho curso nem nada, maaas a gente sempre dá um jeitinho de se cuidar sozinha,né?

Até logo, logo!

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sábado, 18 de abril de 2015

Resenha: Uma casa no meio do caminho, de Barry Martin e Philip Lerman


Oláá Pessoal! Como está sendo o final de semana de vocês!?
Eba, eba!! Até que enfim trouxe resenha de livro aqui no blog! E esse é bastante especial para mim, pooois, foi comprado em uma livraria no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Ou seja, me lembra muito a viagem, toda vida que olho para ele na minha prateleira! Esse livro simples, mas fofo, trata de uma história real contada por Barry Martin e Philip Lerman. Nunca tinha ouvido falar nada desse livro, mas comprei sem medo de arriscar, pois gostei do que dizia na capa: "Como a amizade com uma velhinha durona mudou minha vida". Adoro conversar com pessoas mais amadurecidas, sinto muita falta dos meus avós e já tive, sim, uma amizade muito forte com uma velhinha durona. Então, o presente livro fez com que eu quisesse tornar esse "já tive amizade" em "quero reconquistar essa amizade!". Lembrei de tempos bons quando morava no centro da cidade e na sinopse diz que ele inspirou o filme Up! Altas aventuras, aí, pronto, comprei! :)


Uma casa no meio do caminho, se passa no bairro Ballard, uma área tranquila e agradável do outro lado de uma pequena ponte que leva ao centro de Seattle. Trata de uma linda amizade entre duas pessoas totalmente diferentes: Edith Wilson Macefield e Barry Martin. Barry é um engenheiro e foi convidado a ser superintendente de uma construção de um shopping gigantesco. E Edith era uma senhora aparentemente simples, que morava em uma casa simples e levava uma vida relativamente simples. Porém, essa casa aparentemente simples, ficava bem no meio onde o tal shopping seria construído. Ou seja, Barry se encontrava em uma situação difícil: tentar convencer a velhinha a se retirar da casa, ou construir o shopping com a casinha ali mesmo. A resistência de Edith era tão grande que sua história ficou famosa em todo o país. Foi oferecido $ 1 milhão de doláres e mais ajudas com saúde para vender a casa, mas o que aquela senhora tinha pra contar e o que aquela  casa significava para ela, nem todo o dinheiro do mundo pagava. 


E foi em meio a tudo isso que começou a amizade. Barry observava diariamente a vida da senhora, como ela se virava, se alguém a ajudava. Percebeu ela era bastante solitária, mas sabia se cuidar muito bem. Era bastante fechada, mas parecia ter um coração enorme. Ela só queria viver em paz ali, ou até mesmo, morrer ali. Dividido entre as obras do shopping center e o bem estar da senhora Macefield, Barry tentava a cada dia se aproximar, saber se estava tudo bem e até mesmo, ajudar aquela velhinha com suas necessidades, como por exemplo, cozinhar para ela, ou levá-la ao hospital! Uma linda amizade estava sendo construída. E mais linda e irônica ainda porque o chefe da obra, pessoa que sentiria todas as vontades do mundo para fazer com que ela saísse daquele lugar e deixar a obrar seguir adiante, tinha o desejo de que ela ficasse ali. Ele entendeu os motivos dela. E agora, fazia parte da sua vida. 

Barry descobriu que Edith tinha muitas histórias interessantes e meio que inacreditáveis! Como ser prima de Benny Goodman, ou ter ensinado passos de dança para Mickey Rooney. Ou ter escapado de um campo de concentração nazista. 

"Mas à medida que comecei a visitá-la com uma frequência cada vez maior, me vi querendo escutar mais e mais daquelas histórias - bastavam alguns trechos para eu ficar interessado. Edith era como todos aqueles livros: tinha um milhão de histórias dentro dela. Talvez metade delas não fosse verdadeira. Mas só o fato de saber que podíamos encontrá-las ali já era muito interessante".

O autor e personagem do livro então, passou a dedicar mais do que metade do seu dia a dia, entre família e trabalho, a conhecer e cuidar da nossa apaixonante idosa. Dona Edith, muitas vezes fingia está com alguma dificuldade só para seu amigo especial ir vê-la. Mas sua paciência era gigantesca e ele estava decidido a ser amigo fiel, mas do que amigo fiel, era como seu fosse um pai para Edith, mesmo ela sendo bem mais velha que ele.

"Quando se trata de cuidar de uma pessoa idosa, estas são as pequenas coisas que ou o enlouquecem ou você simplesmente aceita. Eu decidi aceitar".

Muitas das atitudes de Barry foram herdadas, pois sua mãe também já havia cuidado de pessoas idosas. O autor sabia que os pais dele estariam orgulhosas do que ele estava fazendo.

"Era um ato nobre, eles me disseram, e acho que nunca se é velho demais para ficar feliz quando os seus pais dizem que você é um bom menino".




Depois de muitos momentos felizes, muitas histórias contadas, muito amor e companheirismo,a senhora Macefield foi diagnosticada com uma doença grave fazendo com que o autor se sentisse em um trem que mudara bruscamente de direção:

"Quando se ama alguém desse jeito, parte do seu cérebro simplesmente se fecha, a parte que não quer ver o que você não quer ver, não quer ouvir o que você não quer ouvir".

Depois de muitos momentos felizes, muitas histórias contadas, muito amor puro e compartilhado, muitas lições aprendidas Barry nem sabia de tamanha importância que ele tinha para nossa velhinha. No final ele se surpreende com histórias ocultas e fica ainda mais curioso pelo passado de Edith. E o resto vocês só vão saber lendo! :P

Mas antes uma citação incrível, de autoria de Edith Wilson Macefield:

"Se uma memória é muito dolorosa, ela acaba sendo reprimida consciente ou inconscientemente - um instinto de sobrevivência, suponho. Entretanto, a natureza não me ofereceu esse artifício para fuga. Eu tento apagar essas lembranças mas não consigo. Elas permanecem nos corredores do tempo tão vívidas quanto em seu nascimento, seguramente entrelaçadas com as recordações agradáveis, emocionantes e que fazem rir". 




Editora: SEXTANTE
ISBN: 9788543101644
Publicação: 2013
Páginas: 240

Minha avaliação:       

Espero, de coração que tenham gostado do post, adoro escrever sobre livros que li e compartilhar por aqui histórias que tenham alguma lição para nossas vidas. Ainda mais essa, puramente real! 

Até logo, logo!

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