quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Uso de palha na decoração

Oiii gente,
E pelo título vocês já perceberam que o post de hoje é sobre decoração. Uma das coisas que me deixam mais felizes é decorar da minha forma, do meu jeitinho, claro, sempre arrumando inspirações em vídeos, no pinterest, de amigos e da minha cabeçinha aqui! 
No mês de Julho, minha amiga Ju e seu esposo Enrico, vieram passar uma semana aqui em casa e pude aprender MUITAS coisas, tomar pra mim MUITAS dicas, principalmente no tocante a coisinhas ligadas ao artesanato, pois ela entende muuuuito. Fiquei louca pra que ela morasse aqui em casa pra eu sempre ter ideias! Ju, você me inspirou demais amore :DDDD 

Foi através dela que me inspirei e comprei pela primeira vez a simples e única PALHA! Sim, gente, uma coisa tão simples e baratinha dar um ar tão único no ambiente que eu fiquei doida querendo aprender a fazer muitas coisas com esse material. A palha desde antes sempre foi muuuito usada no quesito decoração. Ela torna o ambiente mais rústico, moderno, com carinha de bem cuidado e, sinto a sensação de deixar o lar bem brasileiro. 

Você pode soltar sua criatividade e usar da maneira que achar melhor. Achei várias fotos inspiradoras no google. Mas, claro, usei a palha pra decorar garrafinhas de vidro recicláveis. Bora lá acompanhar as fotos e usarmos nossa criatividade?















Virão que pode ser usado pra utilidade e ao mesmo tempo para decorar? Ameiii! As garrafinhas ficaram super fofas assim também!

Um grande beijo e até logo logo

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domingo, 2 de agosto de 2015

Bife de Alcatra com salada + batatas

Booom dia, pessoal!
Hoje é domingo e domingo pede praticidade no quesito alimentação. Porééém, sempre temos um tempinho a mais pra dar uma caprichada seja no almoço, seja no jantar. Resolvi compartilhar nessa manhã ensolarada de domingo, um prato super simples e bem prático (muitos devem conhecer), para servir ou no almoço, ou no jantar, fica ao seu critério. Aqui em casa servimos a noite e não sobrou nenhum restinho de comida pra contar história. kkkkkkkk :x Vamos a receita?

Ingredientes

~ 1 dente de alho;
~ 1 cebola fatiada;
~ 1/2 pimentão vermelho;
~ Raminhos de alecrim;
~ Salsinha;
~ Pimenta do reino (ou se preferir, páprica);
~ Manteiga, azeite e sal;
~ 600 g de Alcatra.


Preparo

Vamos salgar a carne dos dois lados. De preferência a carne precisa ser em tiras grossas.  Em uma frigideira, acrescente duas colheres de sopa de manteiga e duas de azeite e deixe derreter em fogo médio. Em seguida, coloque um ramo de alecrim e logo após, os pedaços de carne. Deixe fritar até transpirar, em média 3 minutos e do outro lado da carne a mesma coisa. Quando estiver no ponto que você deseja, pode retirar nossos pedaços de alcatra.
Depois com óleo que sobrou da carne, coloque a cebola, pimenta do reino, sal, a pimenta vermelha e a salsa; para dar uma equilibrada, pode colocar um gole de vinagre, deixa apurar 3 minutinhos e tá pronto!

Façam em casa porque fica diviiiino! As batatas apenas cortamos fazer uma meia lua, acrescentamos sal azeite e orégano. Fica um ótimo acompanhamento. Sou suspeita pra falar porque amo batata de todo jeito! :) O gosto do pimentão vermelho com a salsa e o alecrim na carne ficam impecáveis. Foi bom pra diferenciar o cardápio já que aqui, quase não usamos alecrim, salsa e pimenta vermelha. Valeu super a experiência. Por isso estou aqui compartilhando com vocês. Espero muito que tenham gostado dessa receitinha e ótimo domingo a todos!




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Fonte da receita original: Chef Taico

sábado, 25 de julho de 2015

Convergente, de Veronica Roth




Ooooba mais uma resenha de livro! Era pra ter postado desde Abril, que foi quando li o livro, maaaaaas!, vamos lá!


Assim, não muuuito ooooba, porque o livro se trata do último exemplar da trilogia Divergente: CONVERGENTE! AAAAAAh :( ~ É muito empolgante, mas ao mesmo tempo, angustiante, falar de Divergente, porque virei fã do tríade escrito pela Veronica Roth. Jogos Vorazes abriu as portas da minha mente, no tocante ao interesse por distopias. É muito incrível como esse tema toca todo o sistema de sociedade: a forma de agir, como ela se organiza, qual o propósito. Em Divergente, não é diferente.


Ao contrário de muitas pessoas, eu AMEI o final do livro. Não dá para descrever a sensação gritante de desespero mental que ficamos porque é simplesmente, imprevisível.
No último livro da trilogia não temos mais o sistema de facções que conhecíamos: Audácia, Abnegação, Franqueza, Amizade e Erudição. É notório que esse sistema foi criado para as pessoas não pensarem por si mesmas e trabalharem em cima do mesmo ponto, sempre e sempre. Porém, cada facção tem seu lado bom e seu lado ruim. A franqueza é honesta mas insensível; a Audácia, corajosa, mas cruel; a Erudição, inteligente, mas vaidosa; a Amizade, pacífica, mas passiva; a Abnegação, altruísta, mas sufocante. Esse sistema de sociedade e modelo foi criado por um propósito digamos assim, dotado de interesses, experimental, como também controlador.



O livro começa com uma sensação de curiosidade na cabeça das pessoas para conhecer o mundo além das cercas, desde a mensagem enviada por uma mulher misteriosa que carrega o mesmo sobrenome que Tris, nossa protagonista, no final do segundo livro.

"Sinto um calafrio. Nunca havia pensado nisso, mas ele está certo. Não sabemos o que aconteceu lá fora desde que nos colocaram aqui nem quantas gerações viveram e morreram desde então. Talvez sejamos os últimos sobreviventes da terra".




Tris e Tobias se perguntam o tempo todo como seria a vida lá fora, e têm a esperança de que seria uma vida livre de mentiras, lealdades duvidosas, pensamentos e memórias dolorosas. Muitos segredos do mundo dos divergentes são revelados e o que parecia ser uma libertação, pode gerar consequências destruidoras.

É incrível como nós nos apegamos com os personagens do livro como se fosse a gente naquela história. Muitas das decisões de Tris geraram consequências irreversíveis, mas ela se mostrou valente o tempo todo, como em toda a trilogia.

Outro detalhe é a forma como o livro é escrito, sendo tanto na visão de Tobias, como também, na visão do Tris. No final, minha cabeça ficou tomada por uma sensação de vazio, de vontade de mais. Incrível.



Gente, vou deixar agora a leitura com vocês, mas antes, quero deixar registrado algumas das minhas citações favoritas aqui:

"- Não é uma situação perfeita. Mas, quando precisamos escolher entre duas opções ruins, escolhemos a que salvará as pessoas que amamos e em quem acreditamos mais. É o que precisa ser feito. Está bem?".

"Para mim, quando uma pessoa faz mal a outra, as duas compartilham o ônus dessa maldade. A dor dela pesa sobre as duas. O perdão, então, é a opção por carregar o peso sozinho".

"E eu sei, sem que ninguém precise me dizer, que é isso que o amor faz quando é certo. Ele torna você algo maior do que é, maior do que acreditava ser capaz de ser".

"Existem tantas maneiras de ser corajoso neste mundo. Às vezes, coragem significa abrir mão da sua vida por algo maior do que você ou por outra pessoa. Às vezes, significa abrir mão de tudo o que você conhece, ou de todos os que você jamais amou, por algo maior.
Mas, às vezes, não. 
Às vezes, significa apenas encarar a sua dor e o trabalho árduo do dia a dia e caminhar devagar em direção a uma vida melhor. 
Esse é o tipo de coragem que preciso ter agora".


Quem aí esta ansioso (a) como eu para ver o filme?
Sabe quando um livro te cativa e parece que você faz parte da história? Pois bem, CONVERGENTE foi um desses para mim.

Editora: ROCCO
ISBN: 978 85 7980 186 0
Publicação: 2013
Gênero: Romance
Páginas: 524

Minha avaliação    


Espero muito que tenham gostado, vou voltar com muito mais posts e se Deus quiser, logo logo arrumar esse cantinho que precisa de um toque especial! ;)

Até logo!

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